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| Replicação com Open LDAP |
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| Escrito por Ronaldo Meneguite |
| Ter, 23 de Fevereiro de 2010 08:48 |
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Replicação é a manutenção de uma cópia, seja parcial ou total, dos dados em outros servidores, este é um método muito utilizado quando trabalhamos em um ambiente corporativo, onde temos a necessidade de alta disponibilidade nos serviços. No OpenLDAP existem duas técnicas distintas de replicação, as quais são o slurpd e o syncrepl, sendo que a slurpd, é uma técnica mais antiga a qual foi descontinuada na versão 2.4 do OpenLDAP , por possuir uma série de limitações que foram supridas por sua sucessora a syncrepl. As principais limitações eram a replicação parcial de uma base e a utilização de mais de um servidor Master. Quando trabalhamos com o syncrepl o servidor LDAP pode assumir duas posturas quanto à replicação, Master ou Slave. Quando Master o servidor assume todas as funções de um servidor OpenLDAP , desde a inserção, atualização e consulta dos dados. Porém quando slave o servidor só aceitará execuções de consultas em sua base de dados quando originadas de máquinas clientes, assim para que qualquer informação seja alterada, a solicitação deverá ser feita ao servidor Master o qual se encarregará de replicar as alterações para seus servidores slaves.
1. Replicação Master x Slave
Nesse método de replicação temos um único servidor Master o qual tem seu conteúdo replicado em todos os seus servidores slaves. Nesses servidores slaves não ocorre entrada de dados, apenas replicam passivamente os dados de um servidor principal. Esse método de replicação é o mais comum e atende a grande parte das demandas de servidores LDAP.
2. Replicação Master x Master (multimaster)
Replicação multimaster é um método de replicação mais recente no OpenLDAP, porém já implementado no Active Directory desde suas primeiras versões. Esta é uma replicação que atende a demandas muito singulares e apesar de funcionar muito bem ainda é pouco difundida e aplicada. Esta replicação consiste na utilização de dois ou mais servidores Masters, independentes, os quais possuem todas as suas funcionalidades ativadas, porém é criado por parte dos servidores um controle interno para que seja possível manter a integridade dos dados, algo que era muito mais simples de controlar quando existia uma única entrada de dados.
3. Diretórios Distribuídos
Utilizando o OpenLDAP com o método de replicação syncrepl podemos não somente criar uma cópia da árvore de diretórios em outros servidores, mas também criar políticas de replicação e replicar a cada servidor somente aquilo que se pretende que o mesmo tenha acesso, assim por exemplo, quando temos uma empresa com sede em Minas Gerais e filial em São Paulo, a mesma não precisa replicar toda sua base para a filial, apenas aqueles usuários que a pertençam, evitando assim um tráfego desnecessário na rede além de aumentar a segurança.
4.1 Configuração Master x Slave
overlay syncprov
by dn="cn=replicator,dc=dominio,dc=com,dc=br" read
/etc/init.d/slapd restart
syncrepl rid=1
/etc/init.d/slapd stop
Assim temos agora os dois servidores configurados, sendo que os dados do servidor1.dominio.com.br estão sendo replicados para o servidor2.dominio.com.br, porém o mesmo não tem autoridade sobre os dados fazendo com que para alterarmos qualquer informação na base, teremos que fazer isso no servidor1.dominio.com.br e essa atualização será replicada de imediato para o servidor slave.
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| Última atualização em Ter, 23 de Fevereiro de 2010 10:47 |



